quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Duzentos dias letivos

A grande piada dos 200 dias letivos PDF Imprimir E-mail
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     No Brasil, o movimento estudantil sempre esteve à frente das reivindicações por ensino público, gratuito e de qualidade. Evidentemente, como estudantes, nem todos sabem exatamente o que vem a ser a gratuidade e muito menos, qualidade.
     Ao mesmo tempo, as diretoras e diretores de escolas públicas em Santa Catarina, no final e início de cada ano letivo, são colocadas à prova, tanto por seus superiores, quanto pelos estudantes e, às vezes, pelos pais e imprensa.
     Afilhadas políticas e indicadas como "pessoa de confiança do governo" são os alvos mais próximos. Ao decidir, juntamente e mesmo com o aval da Associação de Pais e Professores, pedir  a tal contribuição espontânea, como num passe de mágica, logo se transformam em manchete de jornais.
     Nesse ano, a União dos Estudantes de Joinville resolveu entrar na briga pelo fim da cobrança da tal contribuição, entendendo que esta batalha é pela gratuidade do ensino público.
     Esquecem de que a escola  é pública e gratuita sim, mas não permanece inteira o ano todo e o governo "não tem dinheiro” para fazer a manutenção, ou pelo menos é este o discurso.
     É sempre bom frisar que a escola pública é da comunidade e que o governo é um mero administrador do nosso dinheiro, ele não é dono de nada.
     E, contraditoriamente, os alunos do Ensino Médio, via de regra, são os que denunciam e também os que raramente “contribuem espontaneamente” com a escola.
     Por outro lado, a maioria dos veículos de comunicação, acreditando estar fazendo seu papel social, abrem os microfones aumentando ainda mais o peso das denúncias.
     As diretoras, sentem-se acuadas e até porque são seres humanos e, como todos na escola, estão sob a pressão de fim de ano.
     Estranhamente, nem os estudantes, nem os pais, nem a imprensa ou o Ministério Público, especialmente no caso da rede estadual, denuncia o não cumprimento dos 200 dias letivos neste ano de 2007 (não que tenha sido cumprido em anos anteriores).
     Cálculos rápidos e sem precisão alguma comprovam facilmente a grande piada que é o ano letivo de 200 dias e a carga mínima diária de 4 horas de aulas.
     Na regional de Joinville, por exemplo, as aulas começaram no dia 27 de fevereiro e terminaram, para os terceiros anos, no dia 14 de novembro, com início às 7h30m e encerramento às 11h30min.
     O recreio seria monitorado e por esta razão, horário de aula (???). No período noturno, as aulas são das 19h às 22h30minutos e o recreio, também é aula.  Ou seja, não há 4 horas de aulas por dia, sequer no período diurno, são 15 minutos a menos  por dia. Conclusão: este direito da criança e do adolescente também está sendo desrespeitado pela escola.
     Vamos aos dias letivos. As aulas começaram no dia 27 de fevereiro e se estenderam, efetivamente, até o dia 14 de novembro, ou até a semana seguinte.
     Reduzindo-se a semana de recesso de julho, as aulas terminaram em outubro, pois em novembro, houve feriado prolongado. Houve aulas, portanto, a grosso modo, de março a outubro, perfazendo oito meses, ou 240 dias.
     Nestes oito meses, houve 32 finais de semana, cada um com dois dias de folga, ou 64 dias não letivos. Portanto, mesmo sem reduzir os sete feriados (a maioria prolongados), os alunos da rede estadual, tiveram 169 dias letivos. 
     Repetindo, sem considerar o prolongamento dos feriados, os conselhos de classe, as reuniões pedagógicas e as inúmeras outras razões para liberar alunos e/ou professores, especialmente para os  terceiros anos do Ensino Medio, precisariam ter mais 31 dias efetivamente letivos. Vale ressaltar que esta conta é superficial, se analisarmos cada dia, escola e turma, seguramente os números são ainda mais assustadores. 
     E porque ninguém denuncia? Nem os estudantes, nem os pais, nem os professores, nem os diretores, nem os jornais, nem o Conselho Tutelar, nem o Ministério Público. Cadê o governo, a sociedade desorganizada e a organizada, ou alguém que se preocupe com nossas crianças e adolescentes???
     A escola que deveria ensinar e cumprir a lei, exercendo e fazendo exercer a cidadania é a primeira  a descumprir sua regra maior, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a Constituição Federal.
     O não cumprimento do número mínimo de dias e horas letivas demonstra o desrespeito à essência da função social da escola, humanizar, socializar os membros da sociedade que a criou e mantém. 
     E as diretoraso e diretores de escola ainda se preocupando em pedir contribuição para comprar bebedouro, pintar parede...???

Fonte:  www.jornaldaeducacao.inf.br

origem do Çairé

Çairé
Foto: João RamidAté hoje existem dúvidas sobre a origem do Çairé. A mais tradicional manifestação da cultura santarena é realizada no mês de setembro, em Alter do Chão. Alguns moradores mais antigos dizem que os índios criaram o Çairé para homenagear os colonizadores da região do Tapajós que, por isso, reproduz as figuras que os portugueses traziam em seus escudos, incluindo a cruz.
Outros defendem a idéia de que o Çairé foi criado por padres jesuítas para ajudar na catequização dos índios. A festa mescla elementos religiosos e profanos, assim como o Círio de Nazaré.

O evento começa com o levantamento de um mastro enfeitado, seguido de procissão, ladainhas e torneios esportivos. Em cinco dias, os visitantes podem se deliciar com dezenas de apresentações de dança e música.

No último dia é feita a “varrição”, ritual no qual derruba-se o mastro e depois as famílias se confraternizam em um grande almoço com pratos típicos da culinária local.
Na “Grande Enciclopédia da Amazônia”, o termo çairé refere-se a um semicírculo de madeira, que trata de um relato bíblico referente ao dilúvio. O grande arco representa a arca de Noé; os espelhos, a luz do dia; os doces e as frutas, a abundância de alimentos na arca; o algodão e o tamborim, a espuma e o ruído das ondas durante os 40 dias de dilúvio.

Os três semicírculos simbolizam a Santíssima Trindade e as três cruzes, o calvário com Jesus Cristo crucificado entre os ladrões.

Fonte: www.paraturismo.pa.gov.br/saibamais/caire.asp

Çaire

Çairé

ORIGEM: ALTER-DO-CHÃO (SANTARÉM) - PA

O Çairé é uma manifestação folclórica e religiosa encontrada na ilha de Alter-do-Chão, a 30 quilômetros de Santarém, no oeste do Pará. Atualmente acontece no mês de setembro. A festa atrai milhares de turistas que, durante três dias, cantam, dançam e participam de rituais religiosos e profanos, resultantes da miscigenação cultural entre índios e portugueses.
Consta que a festa foi criada pelos índios como forma de homenagear os portugueses que colonizaram o médio e o baixo Amazonas. Sua origem está no fato de que os colonizadores que aportavam em nossas terras exibiam seus escudos. Os índios então faziam o seu "ÇAIRÉ", como foi chamado o símbolo que é carregado nas procissões, imitando o escudo usado pelos portugueses. O escudo dos índios era feito de cipó recoberto de algodão e outros adornos, enfeitado de tiras de várias cores e rosetas de pano colorido.
Como os símbolos dos portugueses possuíam cruzes, o Çairé também possui, só que neste, as cruzes representam o mistério da Santíssima Trindade. O caráter religioso também é atribuído aos frades jesuítas, que teriam criado o símbolo para ajudar na catequese dos indígenas.
Os preparativos para o Çairé começam com a procura pelos troncos que servirão de mastros, na abertura da festa. Os troncos escolhidos são enfeitados com folhas, flores e frutos, levantados em competição acirrada entre homens e mulheres para ver qual grupo consegue levantar o mastro em primeiro lugar.
A festa do Çairé tem ainda procissões, ladainhas, torneios esportivos e um festival folclórico, que conta com a apresentação de todos os grupos de Santarém e Alter-do-Chão, quando se tem uma mostra da riqueza cultural da região.
No último dia acontece a "varrição da festa", seguida da derrubada dos mastros, do "marabaixo", do "quebra-macaxeira" e da "cecuiara", um almoço de confraternização no final da festa com pratos típicos.

fonte: www.cdpara.pa.gov.br/caire.php

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Alter-do-Chão

Alter-do-Chão.

O Caribe da Amazônia (que é o Alter-do-Chão ) está sendo preparado para mais uma festa popular que é o Çairé, que acantecerá nos dias 15, 16, 17,18,e 19 de setembro de 2011, que é uma festa popular promovida pelos moradores da vila de Alter-do-Chão, tradição herdada da aldeia dos Borari.

História
Alter-do-Chão é uma vila balneária que fica no município de Santarém-PA, Antiga aldeia dos Borari, com a chegada dos jesuítas, ganhou o nome de Missão de Nossa Senhora da Purificação. A aldeia foi levada à categoria de vila a 06 de março de 1758, com o nome português de Alter-do-Chão. Hoje vila conta com infra-estrutura turística com pousadas, restaurantes, barracas na praia, além de lojas de artesanato e o Centro de Preservação da Arte e Cultura Indígena. Com praias de areias lípidadas e finas e o lago verde de águas doces dos Muiraquitãs, o Morro do Cruzeiro e a famosa Ilha, atrai turistas do Brasil e do Mundo.
A cidade Santarém, a pérola do Tapajós como é conhecida , agradece por este evento cultural que engrandece nosso região Note do Brasil.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

São Miguel de Arcanjo

São Miguel de Arcanjo é uma comunidade ribeirinha as margens do Rio Arapiuns, nesta comunidade há  produção de artesanatos feitos da palha do tucumã, planta nativa da região.
Eles produzem chapéus, bolças, cestos e outros artefatos de decoração que embelezam qualquer ambiente da casa de qualquer brasileiro que passe por lá, você também encontra estes artesanatos em lojas em Santarém.
Esta comunidade fica localizada próxima a uma linda práia denominada Ponta Grande.
Os comunitários que lá residem são pessoas simples mas com uma receptividade calorosa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

praias.

As praias de Santarém são ambientes que é de fácil acesso a todos que visitam nossa Região. Alter-do-Chão está uma beleza, Ponta de Pedras é linda como Sempre, Cajutuba é o máximo, Pajuçara é uma locura, enfim, tadas as praias estão bambando. Deus foi generoso com Santarém Terra Querida.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

OESTE DO PARÁ.

Estamos vivendo uma grande expectativa no Oeste do Pará que é a criação do ESTADO DO TAPAJÓS. O desejo de independencia é o sonho de melhor investimento nesta região e de desenvolvimento para o povo que não aguenta mias a falta de investimento público ou privado. chegou a hora de lutarmos pelo crescimento de nossa região.
Esta região tem um potencial turístico  muito  grande,  mas  para  que  isto  aconteça necessita de uma atensão e de investimento de forma correta e sustentável. Devemos fazer uma correte para que tudo dê certo, pois temos experiências de outros Estados recém-criados e que cresceram e deram certo e a nossa gente merece o melhor tratamento e oportunidades. Tenho certeza que melhores dias virão. Faça do seu vizinho um defensor da criação do novo estado do tapajós.

Carlos Erlando.