Çairé
Outros defendem a idéia de que o Çairé foi criado por
padres jesuítas para ajudar na catequização dos índios. A festa mescla
elementos religiosos e profanos, assim como o Círio de Nazaré.
O evento começa com o levantamento de um mastro enfeitado, seguido de procissão, ladainhas e torneios esportivos. Em cinco dias, os visitantes podem se deliciar com dezenas de apresentações de dança e música.
No último dia é feita a “varrição”, ritual no qual derruba-se o mastro e depois as famílias se confraternizam em um grande almoço com pratos típicos da culinária local.
O evento começa com o levantamento de um mastro enfeitado, seguido de procissão, ladainhas e torneios esportivos. Em cinco dias, os visitantes podem se deliciar com dezenas de apresentações de dança e música.
No último dia é feita a “varrição”, ritual no qual derruba-se o mastro e depois as famílias se confraternizam em um grande almoço com pratos típicos da culinária local.
Na “Grande Enciclopédia da Amazônia”, o termo çairé
refere-se a um semicírculo de madeira, que trata de um relato bíblico
referente ao dilúvio. O grande arco representa a arca de Noé; os
espelhos, a luz do dia; os doces e as frutas, a abundância de alimentos
na arca; o algodão e o tamborim, a espuma e o ruído das ondas durante os
40 dias de dilúvio.
Os três semicírculos simbolizam a Santíssima Trindade e as três cruzes, o calvário com Jesus Cristo crucificado entre os ladrões.
Os três semicírculos simbolizam a Santíssima Trindade e as três cruzes, o calvário com Jesus Cristo crucificado entre os ladrões.
Nenhum comentário:
Postar um comentário