quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Çaire

Çairé

ORIGEM: ALTER-DO-CHÃO (SANTARÉM) - PA

O Çairé é uma manifestação folclórica e religiosa encontrada na ilha de Alter-do-Chão, a 30 quilômetros de Santarém, no oeste do Pará. Atualmente acontece no mês de setembro. A festa atrai milhares de turistas que, durante três dias, cantam, dançam e participam de rituais religiosos e profanos, resultantes da miscigenação cultural entre índios e portugueses.
Consta que a festa foi criada pelos índios como forma de homenagear os portugueses que colonizaram o médio e o baixo Amazonas. Sua origem está no fato de que os colonizadores que aportavam em nossas terras exibiam seus escudos. Os índios então faziam o seu "ÇAIRÉ", como foi chamado o símbolo que é carregado nas procissões, imitando o escudo usado pelos portugueses. O escudo dos índios era feito de cipó recoberto de algodão e outros adornos, enfeitado de tiras de várias cores e rosetas de pano colorido.
Como os símbolos dos portugueses possuíam cruzes, o Çairé também possui, só que neste, as cruzes representam o mistério da Santíssima Trindade. O caráter religioso também é atribuído aos frades jesuítas, que teriam criado o símbolo para ajudar na catequese dos indígenas.
Os preparativos para o Çairé começam com a procura pelos troncos que servirão de mastros, na abertura da festa. Os troncos escolhidos são enfeitados com folhas, flores e frutos, levantados em competição acirrada entre homens e mulheres para ver qual grupo consegue levantar o mastro em primeiro lugar.
A festa do Çairé tem ainda procissões, ladainhas, torneios esportivos e um festival folclórico, que conta com a apresentação de todos os grupos de Santarém e Alter-do-Chão, quando se tem uma mostra da riqueza cultural da região.
No último dia acontece a "varrição da festa", seguida da derrubada dos mastros, do "marabaixo", do "quebra-macaxeira" e da "cecuiara", um almoço de confraternização no final da festa com pratos típicos.

fonte: www.cdpara.pa.gov.br/caire.php

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Alter-do-Chão

Alter-do-Chão.

O Caribe da Amazônia (que é o Alter-do-Chão ) está sendo preparado para mais uma festa popular que é o Çairé, que acantecerá nos dias 15, 16, 17,18,e 19 de setembro de 2011, que é uma festa popular promovida pelos moradores da vila de Alter-do-Chão, tradição herdada da aldeia dos Borari.

História
Alter-do-Chão é uma vila balneária que fica no município de Santarém-PA, Antiga aldeia dos Borari, com a chegada dos jesuítas, ganhou o nome de Missão de Nossa Senhora da Purificação. A aldeia foi levada à categoria de vila a 06 de março de 1758, com o nome português de Alter-do-Chão. Hoje vila conta com infra-estrutura turística com pousadas, restaurantes, barracas na praia, além de lojas de artesanato e o Centro de Preservação da Arte e Cultura Indígena. Com praias de areias lípidadas e finas e o lago verde de águas doces dos Muiraquitãs, o Morro do Cruzeiro e a famosa Ilha, atrai turistas do Brasil e do Mundo.
A cidade Santarém, a pérola do Tapajós como é conhecida , agradece por este evento cultural que engrandece nosso região Note do Brasil.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

São Miguel de Arcanjo

São Miguel de Arcanjo é uma comunidade ribeirinha as margens do Rio Arapiuns, nesta comunidade há  produção de artesanatos feitos da palha do tucumã, planta nativa da região.
Eles produzem chapéus, bolças, cestos e outros artefatos de decoração que embelezam qualquer ambiente da casa de qualquer brasileiro que passe por lá, você também encontra estes artesanatos em lojas em Santarém.
Esta comunidade fica localizada próxima a uma linda práia denominada Ponta Grande.
Os comunitários que lá residem são pessoas simples mas com uma receptividade calorosa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

praias.

As praias de Santarém são ambientes que é de fácil acesso a todos que visitam nossa Região. Alter-do-Chão está uma beleza, Ponta de Pedras é linda como Sempre, Cajutuba é o máximo, Pajuçara é uma locura, enfim, tadas as praias estão bambando. Deus foi generoso com Santarém Terra Querida.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

OESTE DO PARÁ.

Estamos vivendo uma grande expectativa no Oeste do Pará que é a criação do ESTADO DO TAPAJÓS. O desejo de independencia é o sonho de melhor investimento nesta região e de desenvolvimento para o povo que não aguenta mias a falta de investimento público ou privado. chegou a hora de lutarmos pelo crescimento de nossa região.
Esta região tem um potencial turístico  muito  grande,  mas  para  que  isto  aconteça necessita de uma atensão e de investimento de forma correta e sustentável. Devemos fazer uma correte para que tudo dê certo, pois temos experiências de outros Estados recém-criados e que cresceram e deram certo e a nossa gente merece o melhor tratamento e oportunidades. Tenho certeza que melhores dias virão. Faça do seu vizinho um defensor da criação do novo estado do tapajós.

Carlos Erlando.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

texto de Manoel Moran "Educação e Tecnologia"

Educação e Tecnologias: Mudar para valer!
 José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância

A Internet, as redes, o celular, a multimídia estão revolucionando nossa vida no cotidiano. Cada vez resolvemos mais problemasconectados, a distância. Na educação, porém, sempre colocamos dificuldades para a mudança, sempre achamos justificativas para a inércia ou vamos mudando mais os equipamentos do que os procedimentos. A educação de milhões de pessoas não pode ser mantida na prisão, na asfixia e na monotonia em que se encontra. Está muito engessada, previsível, cansativa.
As tecnologias são apoio, meios. Mas elas nos permitem realizar atividades de aprendizagem de formas diferentes às de antes. Podemos aprender estando em juntos em lugares distantes, sem precisamos estar sempre juntos numa sala para que isso aconteça.
Muitos expressam seu receio de que o virtual e as atividades a distância sejam um pretexto para baixar o nível de ensino, para aligeirar a aprendizagem. Tudo depende de como for feito. A qualidade não acontece só por estarmos juntos num mesmo lugar, mas por estabelecermos ações que facilitem a aprendizagem. A escola continua sendo uma referência importante. Ir até ela ajuda a definir uma situação oficial de aprendiz, a conhecer outros colegas, a aprender a conviver. Mas, pela inércia diante de tantas mudanças sociais, ela está se convertendo em um lugar de confinamento, retrógrado e pouco estimulante.
O conviver virtual vai tornar-se quase tão importante como o conviver presencial. A escola precisa de uma sacudida, de um choque, de arejamento. Isso se consegue com uma gestão administrativa e pedagógica mais flexível, com tempos e espaços menos predeterminados, com modos de acesso a pesquisa e de desenvolvimento de atividades mais dinâmicas.
Passando pelos corredores das salas das universidades, o que se vê é quase sempre uma pessoa falando e uma classe cheia de alunos semi-atentos (na melhor das hipóteses). A infra-estrutura é deprimente. Salas barulhentas, a voz do professor mal chega aos que estão mais distantes. Conseguir um datashow na maioria delas é uma tarefa inglória. Muitas vezes existe um único equipamento para um prédio inteiro.
É hora de partir para soluções mais adequadas para o aluno de hoje. Os adultos mantemos o status quo, em nome da qualidade, mas na verdade nos apavoramos diante da mudança, do risco do fracasso. Mas o fracasso não está bem na nossa frente? Quantos alunos iriam a nossas aulas se não fossem obrigados? Há maior fracasso do que este?
 A escola pode ser um espaço de inovação, de experimentação saudável de novos caminhos. Não precisamos romper com tudo, mas implementar mudanças e supervisioná-las com equilíbrio e maturidade.
Manter o currículo e as normas, tal como estão, na prática é insustentável. As secretarias de educação precisam ser mais proativas e incentivar mudanças, flexibilização, criatividade.
Professores, alunos e administradores podem avançar muito mais em organizar currículos mais flexíveis, aulas diferentes. A rotina, a repetição, a previsibilidade é uma arma letal para a aprendizagem. A monotonia da repetição esteriliza a motivação dos alunos.
São muitos os recursos a nossa disposição para aprender e para ensinar. A chegada da Internet, dos programas que gerenciam grupos e possibilitam a publicação de materiais estão trazendo possibilidades inimagináveis vinte anos atrás. A resposta dada até agora ainda é muito tímida, deixada a critério de cada professor, sem uma política institucional mais ousada, corajosa, incentivadora de mudanças. Está mais do que na hora de evoluir, modificar nossas propostas, aprender fazendo.
O sistema bimodal – parte presencial e parte a distância - se mostra o mais promissor para os alunos da quinta série em diante. Reunir-nos em uma sala e reunir-nos através de uma rede são os caminhos da educação em todos os níveis, com diferentes ênfases. As crianças precisam ficar muito mais tempo juntas do que conectadas. Mas à medida que vão crescendo, o nível de interação a distância deve aumentar progressivamente.
Hoje obrigamos os alunos a ir a um local para aprender. Em determinados momentos isso é um contra-senso. O importante é que gostem de aprendem de várias formas, motivados, utilizando as potencialidades de estar juntos e de estar em rede. Os alunos gostam da comunicação online, da pesquisa instantânea, de tudo o que acontece just in time, naquele momento. As salas de aula precisam estar equipadas com acesso a Internet para mostrar rapidamente o resultado de uma pesquisa em tempo real na sala. Os alunos necessitam de mais laboratórios conectados, principalmente os mais carentes, sem esse acesso em casa.  Para alunos com acesso a Internet é possível realizar uma parte do processo de aprendizagem a distância/conectados. E os alunos sem esse acesso poderiam fazer essas mesmas atividades nos laboratórios.
Todos os que estamos envolvidos em educação precisamos conversar, planejar e executar ações pedagógicas inovadoras, com a devida cautela, aos poucos, mas firmes e sinalizando mudanças. Sempre haverá professores que não querem mudar, mas uma grande parte deles está esperando novos caminhos, o que vale a pena fazer. Se não os experimentamos, como vamos a aprender?
Não basta tentar remendos com as atuais tecnologias. Temos quer fazer muitas coisas diferentemente. É hora de mudar de verdade e vale a pena fazê-lo logo, chamando os que estão dispostos, incentivando-os de todas as formas – entre elas a financeira – dando tempo para que as experiências se consolidem e avaliando com equilíbrio o que está dando certo. Precisamos trocar experiências, propostas, resultados.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

concurso de blog

o NTE santarém vai abrir as inscrições de blog 2010, e conta com participação das escolas estaduais, professores e alunos interessados. PARTICIPE!
http://ntestm-pa.blogspot.com